
Inundação
Cheia lenta que sobe ao longo de dias, comum em bacias urbanas do Sul do país.
Digite seu CEP: você vê o histórico de enchente, vendaval e deslizamento do seu município, com a fonte de cada dado. E sai com a lista do que ter em casa para atravessar os primeiros dias, na quantidade certa para a sua família.

O Preparo nasceu no Sul do Brasil, depois das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul. Você dá o CEP; a gente olha o histórico de desastres do seu município e monta um plano para a sua casa: o que ter em mãos, em que quantidade, e o que fazer quando um evento estiver chegando.
Ninguém impede uma enchente. Mas dá para decidir, com antecedência, quantos dias a sua casa aguenta sem luz, sem água ou sem conseguir sair da rua. É disso que o Preparo trata. Sem estética de bunker, sem tom de apocalipse: é cuidado com a casa, como um bom modo de preparo. É para quem cuida da logística de uma casa comum e nunca parou para pensar no assunto, inclusive quem mora sozinho ou com idosos.
Histórico de eventos do seu município, com fonte citada. Nada de checklist genérico.
A lista de itens e as quantidades para o tamanho da sua casa e da sua família, do essencial ao que pode esperar.
Plano resumido, contatos e canais oficiais do seu município, prontos para quando precisar.

Cheia lenta que sobe ao longo de dias, comum em bacias urbanas do Sul do país.

Água que sobe em minutos após temporais. Maior risco em áreas de drenagem limitada.

Ciclones extratropicais trazem rajadas fortes e podem derrubar a energia por dias.

Tempestades de verão na serra trazem granizo que danifica telhados e veículos.

Encostas urbanas cedem após chuva prolongada, recorrente em áreas de morro.

Períodos secos prolongados afetam o abastecimento de água em várias regiões do país.
Todo grau de risco é rastreável a uma fonte pública, e a nota diz de onde veio. Boa parte da base ainda é estimativa regional: preferimos mostrar isso a fingir precisão que não temos.
Mapeamento oficial da própria cidade, onde as bases federais não chegam. Fonte e link em cada linha.
Setores de risco levantados em campo pelo Serviço Geológico do Brasil.
Registros de decretação de emergência da Defesa Civil.
Onde ainda não há dado da cidade, usamos a média da região como piso.
Os números se sobrepõem: um município pode ter uma ameaça vinda de dado real e outra ainda estimada. Hoje 2.619 dos 5.570 municípios têm pelo menos uma nota apoiada em levantamento de campo ou registro oficial.
Danos Informados de 2022. Os demais anos ainda não foram carregados.
1.554 municípios. Cobre Porto Alegre, Manaus, Fortaleza e Florianópolis; não cobre Rio, São Paulo, Recife, Salvador, Petrópolis e Blumenau, que têm mapeamento municipal próprio, citado abaixo.
Mapeamento de suscetibilidade a escorregamentos do Rio de Janeiro, escala 1:10.000, desde 2010. ArcGIS REST aberto. Licença: CC-BY (data.rio).
Escala 1:25.000, 407 áreas de risco mapeadas. Disponível no sistema Datageo e no repositório CPRM.
187 áreas de risco geo-hidrológico mapeadas (2016–2026), 11 sirenes, 15 estações geotécnicas CEMADEN.
21 setores de risco alto e muito alto. Dados abertos em GeoJSON. Licença: ODbL (dados.recife.pe.gov.br).
Diagnóstico de risco geológico em 216 vilas e favelas. PEAR ativo desde 1994. Licença: CC-BY (dados.pbh.gov.br).
PMRR com cartografia de escorregamentos nos 5 distritos. Reavaliação pós-2022. PDF e mapa interativo públicos.
APR (Áreas com Potencial de Risco), mapa de cotas de enchente, monitoramento geológico e meteorológico contínuo.
Base completa 1991–2025, todos os 5.570 municípios. Download público em CSV (86 MB). Licença: dados abertos, uso permitido com atribuição.
RS: 346 municípios do Atlas de Risco a Inundações (ANA/SEMA/DC RS). SC: 33 municípios com enxurrada elevada por curadoria manual integrando Atlas Digital e Setorização CPRM.
Pesos elevados com base em mapeamento oficial local. Cada linha tem justificativa e fonte no banco.
Usado no panorama nacional, não no cálculo do risco por município.
Consultado em tempo real no modo emergência. Não substitui alerta da Defesa Civil.
Só no simulador de cotas, que é ferramenta de estudo.
1.942 municípios mais suscetíveis a deslizamentos, enxurradas e inundações, conforme Nota Técnica 1/2023 (atualizada em 2025). Critérios: óbitos, desalojados, frequência de desastres e vulnerabilidade a inundações. Licença: dados abertos públicos.
346 municípios classificados (43 muito alto, 82 alto, 108 médio, 113 baixo). Shapefile em metadados.snirh.gov.br (registro 62980619-ed9f-44f3-910c-2177af70c73a). Licença: dados abertos públicos (governo federal e estadual).
Ainda não integradas: ANA, Demais Defesas Civis estaduais. Estão mapeadas, mas não entram no cálculo hoje.
Metodologia completa e limitesTodos os 5.570 municípios do Brasil têm perfil de risco. Responda cinco perguntas sobre a sua casa e monte a lista do que ter em mãos, na quantidade certa para atravessar os primeiros dias sem luz, sem água ou sem estrada.
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